"Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo". (João 16.33)

Professor: Você é um cristão, não é filho?
Aluno: Sim, senhor.

Professor: Então, você acredita em Deus?
Aluno: Absolutamente, senhor.

Professor: Deus é bom?
Aluno: Claro.

Professor: Deus é todo poderoso?
Aluno: Sim.

Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orou a Deus para curá-lo. A maioria de nós iria tentar ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?
(Estudante ficou em silêncio.)

Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
Aluno: Sim.

Professor: E satanás é bom?
Aluno: Não.

Professor: De onde é que satanás vem?
Aluno: A partir de … DEUS …

Professor: Isso mesmo. Diga-me filho, existe o mal neste mundo?
Aluno: Sim.

Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?
Aluno: Sim.

Professor: Então quem criou o mal?
(Estudante não respondeu.)

Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?
Aluno: Sim, senhor.

Professor: Então, quem as criou?
(Estudante não tinha resposta.)

Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que você usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?
Aluno: Não, senhor.

Professor: Diga-nos se você já ouviu o teu Deus?
Aluno: Não, senhor.

Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o teu Deus? Alguma vez você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?
Aluno: Não, senhor. Me desculpe mas eu não tive.

Professor: Mas você ainda acredita nele?
Aluno: Sim.

Professor: De acordo com empírica, Protocolo, Testável demonstrável, da Ciência diz que o vosso Deus não existe. O que você acha disso, filho?
Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.

Professor: Sim, fé. E com o que a Ciência tem problema.
Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?

Professor: Sim.
Aluno: E existe tal coisa como o frio?

Professor: Sim.
Aluno: Não, senhor. Não há.

(O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)

Aluno: Senhor, você pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, mega calor, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir – 236º graus abaixo de zero que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.

(Havia silêncio no auditório.)

Estudante: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?

Professor: Sim. O que é a noite, se não existe a escuridão?

Estudante: Você está errado novamente, senhor. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz constantemente, você não tem nada e você a chama de escuridão, não é? Na realidade não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?

Professor: Então, a qual ponto você quer chagar, rapaz?

Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.

Professor: Falha? Você pode explicar como?

Aluno: Senhor, você está trabalhando na premissa da dualidade. Você argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. Você está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode explicar um pensamento. Ele usa eletricidade e magnetismo, mas nunca viu, muito menos completamente compreendeu qualquer um. Para ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo. A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora me diga, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?

Professor: Se você está se referindo ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.

Estudante: Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?

(O professor balançou a cabeça com um sorriso, começando a perceber aonde argumento estava indo.)

Estudante: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não um cientista, mas um pregador?

(A classe estava em alvoroço.)

Aluno: Existe alguém na classe que já viu o cérebro do professor?

(A classe explodiu em gargalhadas.)

Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empiricos, estável, comprovada, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como então confiar em suas palestras, senhor?

(A sala ficou em silêncio. O Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)

Professor: Eu acho que você vai ter que toma-las pela, fé filho.

Aluno: É isso senhor … Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento. P.S.

 

Transmita isto para aumentar seu conhecimento … ou fé.

A propósito… o aluno era ALBERT EINSTEIN.

#SemPalavras

Einstein

Comentários a: "Diálogo de Einstein e um Professor" (4)

  1. thales gabriel said:

    aiai, ”Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empiricos, estável, comprovada, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como então confiar em suas palestras, senhor?”

    Se fosse eu o professor: Podemos abrir o céu, e procurar por deus? nao! , podemos me abrir e procurar o meu cerebro? sim! se isso eh possivel entao a ciencia comprova q meu cerebro existe. se n conseguimos jeitos ou provas desse tal ser n ah como comprovar.

    frio eh a asusencia de calor sim, mas o frio descreve essa ausencia descreve o q ah nessa ausencia, porque dessa ausencia.

    • João Paulo Cheab said:

      Obrigado Thales por deixar seu comentário. Percebo que você é um cara inteligente, trouxe um comparativo aqui em seu comentário semelhante ao de Tomé, depois que o mesmo apóstolo presenciou que Jesus havia morrido. Permita-me falar mais sobre isso… quando os demais discípulos de Jesus (isto é, os outros 10 apóstolos, Judas Iscariotes já teria suicidado) contaram para Tomé que todos eles haviam encontrado com o Senhor ressurreto, Tomé questionou dizendo que se não tocasse nas feridas causadas pelos cravos (os grandes pregos da cruz) e se não tocasse nas costelas rasgadas pela lança do centurião romano, se ele não tocasse, ele não acreditaria que Jesus estaria vivo de novo.
      O que a gente acaba esquecendo é que Tomé era um dos doze apóstolos de Jesus, ele andou com Jesus durante 3 anos e meio, e viu Jesus curar milhares de cegueira, lepra, paralisia, febres e etc, viu Jesus andar sobre as águas, multiplicar os pães e os peixes, ele viu Jesus ressuscitar a Lázaro e ao filho único da viúva ainda no cortejo fúnebre. Como poderia um homem que viu milagres e sinais por toda vida ao lado de Deus duvidar da ressurreição de Jesus, sendo este evento pré anunciado pelo próprio Jesus?
      Essa resposta é fácil. Ele duvidou porque os seus olhos naturais o enganaram. Ele deixou que as limitações naturais fossem maior do que o poder de Deus. Ele viu muito sangue e feridas mortais em todo o corpo de Jesus, e os olhos naturais “disseram” para o próprio Tomé que aquele corpo jamais retornaria a vida, principalmente pelo fato que Jesus realmente morreu MESMO.
      Pelo seu comentário, eu pude constatar que hoje você tem os mesmos olhos de Tomé. Partindo da realidade natural que os olhos podem ver e que as mãos podem tocar. Deus Todo-Poderoso foi expresso em exatidão e plenitude na pessoa de Jesus Cristo, o Nazareno. Quem o viu “naturalmente” teve este privilégio que você me questiona, mas quem não o viu “naturalmente” (e isso inclui a mim, e a você também) tem outro privilégio: conhecer a expressão exata de Deus e a plenitude de todos os milagres e da realidade de Deus na pessoa do Espírito Santo de Deus. Então, este Deus Espírito Santo, que é uma pessoa tanto quanto ao Deus Pai e quanto ao Deus Filho, está insistentemente a porta do seu coração pedindo para mostrar essa realidade divina a você. O próprio Espírito Santo de Deus está interessado em revelar os mistérios do Céu e da Vida Eterna para cada um de nós.
      Então Thales, o professor relatado neste post apenas corrobora com a ideia de que nem tudo o que os olhos naturais podem ver são inexistentes em si. Quando você vê alguém alimentando um faminto, ou vestindo um necessitado, ou curando um doente, ou abrigando um órfão, quando você vê alguém pedindo perdão ou perdoando, então você viu Deus. Você viu “a cabeça aberta e o cérebro lá dentro”. Não é necessário rasgar os céus e procurar por Deus lá, basta abrir o coração para que Deus te conte quem realmente Ele é.
      Eu, engenheiro e cientista, estudado e colegiado, eu que por tantas vezes prendi meu conhecimento aos parágrafos escritos por outros estudiosos, deixei-me libertar disso e convidei Deus para entrar no meu coração e através das orações e da minha amizade entre meu Pai do Céu e eu, pude aprender um conhecimento além desta vida e desta realidade.
      Você é um cara inteligente, e estou certo de que essa inteligência é maior do que o medo de conhecer Deus e a Sua Verdade.
      Obrigado Thales, espero manter contato com você! Deus abençoe sua vida com graça e amor, misericórdia e paz! Em Nome de Jesus. Amém.

  2. Dante said:

    O texto é bem incentivador e tudo mais, mas possui um erro: Einstein nu8nca foi cristão, ele era ateu e, antes de aderir ao ateísmo, foi judeu.

    • João Paulo Cheab said:

      Dante, obrigado por comentar. Jesus também nunca foi cristão, Ele foi judeu enquanto viveu nesta Terra.

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