"Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo". (João 16.33)

Interessante pensar nas coisas simples da vida e como elas ensinam, de maneiras especiais, elementos basilares que constrói nosso caráter na vida que levamos. Assim, como um vento sutil, uma brisa morna do meio dia de qualquer outono, aquilo cria raízes em nosso ego.
Então paramos pra analisar sobre o estado da fome. Sim, quero falar daquela fome que bate lá no fundo do estômago e chega a doer no umbigo. Aquela sensação ruim, quiçá de desespero, que faz nossos olhos, nosso nariz e nosso tato sair em busca de algum alimento que sacie esse fome.
A questão é: que nível de fome estamos sentindo agora?
Há de convir comigo que quanto maior está a fome, maior também é a sua busca pelo alimento. É tanto que chegamos a parar o que estamos fazemos na mesma hora e dizer “saco vazio não pára em pé!”, e saímos então para matar quem nos mata a fome.

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Mas, e a fome espiritual? E a fome da presença de Deus? Jesus diz no deserto para a Satanás que acabara de tentá-lo que “não só de pão viverá o homem, mas também de toda palavra que procede da boca de Deus”, lembre-se que Jesus estava no final de um jejum de 40 dias e tinha muita fome mesmo. Jesus ali no deserto deixa claro que a fome espiritual também é fundamental, e saciá-la depende exclusivamente em nos dedicarmos em ouvir a voz de Deus, que sabemos que vem através das nossas individuais orações e da leitura da palavra de Deus.
Então a nossa fome do corpo expressa a fome que também temos no espírito. Mas a pergunta que deixo para vocês é: a mesma importância que você dá em saciar sua fome do corpo é a mesma que você dá em saciar a fome do espírito?

Pare o que estiver fazendo, saia em busca da comida espiritual e sacie-se. Quem come da carne, que é Jesus, nunca mais terá fome!

A natureza tem sua forma peculiar de anunciar mensagens eternas a respeito de tudo, e tenho percebido algo maravilhoso nos pássaros.
Falar de pássaros é falar de liberdade, de visão privilegiada, de beleza, e outras infindáveis palavras para adjetivar essa maravilhosa criação do Senhor. Contudo observei algo incrível no ciclo natural da vida de um pássaro e que, se aplicarmos em nós, faz todo sentindo em nossas vidas.
Ao nascer o filhotinho, a mãe cuida, alimenta, ensina a cantar, aquece, protege do mal. Na sua maioria de espécies, o pai sai à caça, protege a região, e briga até a morte se for necessário para que ninguém encoste em sua fêmea e em seus filhotes. Então o pequeno filhote cresce, cria plumas e penas, ganha força nas asas, e o bico enrijece. Já é um pássaro formado!
Mas ele não sabe voar, ainda não experimentou a força dos ventos em suas asas, levando seu corpo com toda a leveza e liberdade. E só há um jeito de aprender a voar: só voando.
É chegado um tempo que a mamãe pássaro tem que empurrar e jogar pra fora seu filhote que já é um forte pássaro, deixar ele em seu ninho é o mesmo que deixar ele mal acostumado e sem saber alçar vôos condizentes com sua natureza e idade. Isso faz cortar o coração de mãe, pois ela sabe que se o filhote não bater as asas com força, ele vai cair no chão e morrer. Mas o filho também sabe disso.

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E a necessidade de bater as asas é tão intensa, tão evidente, tão real, que não há mais uma alternativa senão bater as asas com todas as suas forças e reverter a situação, e uma vez provada e comprovada a sua capacidade e a sua força, ele poderá alçar e alcançar vôos tão altos que nem nunca imaginou um dia chegar.
Olha que mensagem linda da natureza!!! Aleluia! Deus é bom e perfeito em todas as coisas! Pois essa mensagem diz respeitos a família, e que é chegado um tempo que é necessário o filho sair de casa, sair do seu ninho, sentir a necessidade de viver, para assim bater suas asas com todas as forças, lutar por cada centímetro e segundo de vida, e assim, provada a sua fé, obter sua vitória!
Se você é mãe ou pai de um filho ou filha que está tomando seus caminhos fora de casa, se a situação não advém de discórdia e segregação, acredite na força dos seus filhos! Eles tem força!
Se você é um jovem ou uma jovem e está ansioso por usar suas asas, eu lhe digo uma coisa: lute com todas as suas forças, ignore os pensamentos contrários, levante a cabeça e acredite em Deus, não diga mentiras, seja uma pessoa honesta e nada de farra, seja responsável e não se desvie dos caminhos nem mesmo um passo, seja pobre ou rico, a batalha é grande para todos, mas Deus não dá nenhum fardo que não possamos carregar! Creia em Deus! Fé!

Deus tem planos de sucesso para cada um. Aprenda sobre eles!

Quando você chegar, vou segurar teu pezinho, as dobrinhas da perna, a barriguinha macia, e o sorriso ainda sem dentes. Na cabeça, poucos são os seus cabelos, e muitas são as suas bochechas. No olhar, aquele brilho impagável.

Quando você chegar, vem trazendo também aquele perfume que só você tem, aquela alegria, aquela vitalidade, aquela gracinha. Escolher as roupinhas, uma a uma, se preocupando com o frio ou com o calor. Cuidado! Está ventando bastante! E logo estarei eu lá protegendo.Filho

Quando você chegar, minhas noites não serão mais as mesmas, ainda que sejam noites em claro, mas preenchidas por um amor imensurável! O cheirinho da fralda? Da golfada? O pesar da febre e da cólica? Ah, nem sequer um pestanejo em meus olhos… muito pelo contrário, atento estarei, e pronto esforçarei para o seu afago.

Quando você chegar, não mais haverão dias vazios.

Puxa… como eu sonho com esse dia… o dia em que você chegar.

Quem me conhece sabe… eu sou doido pra ser papai… e essa é uma carta para o futuro. Daqui a alguns anos, quando minha futura esposa estiver grávida, passar-lhe-ei mais confiança, dizendo o quanto eu sonho em ser um paizão!

Ah mulher… seus olhos são como o orvalho da serra, tem brilho em si, é puro em natura, e complexo em essência. Como é cintilante a cor de sua íris! Nem mesmo o céu com o seu pontilhado infidável de estrelas são igualáveis a esse brilho!
Ah mulher… seu sorriso descreve um futuro que desde o princípio já está escrito em seu próprio coração. Tem um formato agradável, tem uma presença marcante! Ah, como isso me faz apaixonado, teu sorriso faz e acontece em mim!Mulher
Ah mulher… sua pele é como o mais fino veludo e a mais macia cama, no qual um simples toque é mais que o bastante para transpor o seu cuidado e a vaidade! Como és linda e formosa!
Ah mulher… seu coração é doce! É precioso! Resplandece uma alegria contagiante! É tão gracioso de que toda a beleza que meus olhos alcançam, que é efêmera, perde seu calor e sua vitalidade se compararmos lado a lado com o seu maior valor: a sua essência feminina! Jamais compreendida, sim, mas dona de um campo vasto para correr e voar dentro de seu coração, mas tal direito só é dado para aquele que acredita no amor, e principalmente, acredita no seu amor, mulher!

O privilégio de contemplar a mais incrível obra das mãos de Deus me foi dado, a um simples homem, mas uma notável vontade de olhar, sorrir, tocar e sentir sua perfeição, mulher!

Deus a fez bela, mulher! Trazendo beleza ao mundo, aos meus olhos, à minha vida, e por toda a eternidade.

Professor: Você é um cristão, não é filho?
Aluno: Sim, senhor.

Professor: Então, você acredita em Deus?
Aluno: Absolutamente, senhor.

Professor: Deus é bom?
Aluno: Claro.

Professor: Deus é todo poderoso?
Aluno: Sim.

Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orou a Deus para curá-lo. A maioria de nós iria tentar ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?
(Estudante ficou em silêncio.)

Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
Aluno: Sim.

Professor: E satanás é bom?
Aluno: Não.

Professor: De onde é que satanás vem?
Aluno: A partir de … DEUS …

Professor: Isso mesmo. Diga-me filho, existe o mal neste mundo?
Aluno: Sim.

Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?
Aluno: Sim.

Professor: Então quem criou o mal?
(Estudante não respondeu.)

Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?
Aluno: Sim, senhor.

Professor: Então, quem as criou?
(Estudante não tinha resposta.)

Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que você usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?
Aluno: Não, senhor.

Professor: Diga-nos se você já ouviu o teu Deus?
Aluno: Não, senhor.

Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o teu Deus? Alguma vez você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?
Aluno: Não, senhor. Me desculpe mas eu não tive.

Professor: Mas você ainda acredita nele?
Aluno: Sim.

Professor: De acordo com empírica, Protocolo, Testável demonstrável, da Ciência diz que o vosso Deus não existe. O que você acha disso, filho?
Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.

Professor: Sim, fé. E com o que a Ciência tem problema.
Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?

Professor: Sim.
Aluno: E existe tal coisa como o frio?

Professor: Sim.
Aluno: Não, senhor. Não há.

(O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)

Aluno: Senhor, você pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, mega calor, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir – 236º graus abaixo de zero que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.

(Havia silêncio no auditório.)

Estudante: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?

Professor: Sim. O que é a noite, se não existe a escuridão?

Estudante: Você está errado novamente, senhor. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz constantemente, você não tem nada e você a chama de escuridão, não é? Na realidade não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?

Professor: Então, a qual ponto você quer chagar, rapaz?

Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.

Professor: Falha? Você pode explicar como?

Aluno: Senhor, você está trabalhando na premissa da dualidade. Você argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. Você está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode explicar um pensamento. Ele usa eletricidade e magnetismo, mas nunca viu, muito menos completamente compreendeu qualquer um. Para ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo. A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora me diga, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?

Professor: Se você está se referindo ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.

Estudante: Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?

(O professor balançou a cabeça com um sorriso, começando a perceber aonde argumento estava indo.)

Estudante: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não um cientista, mas um pregador?

(A classe estava em alvoroço.)

Aluno: Existe alguém na classe que já viu o cérebro do professor?

(A classe explodiu em gargalhadas.)

Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empiricos, estável, comprovada, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como então confiar em suas palestras, senhor?

(A sala ficou em silêncio. O Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)

Professor: Eu acho que você vai ter que toma-las pela, fé filho.

Aluno: É isso senhor … Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento. P.S.

 

Transmita isto para aumentar seu conhecimento … ou fé.

A propósito… o aluno era ALBERT EINSTEIN.

#SemPalavras

Einstein

Não, eu não troco um decote por um coração.
Não, eu não troco um dinheiro por caráter.
Não, eu não troco uma ofensa por um gesto de paz.
Não, eu não sou igual a todo homem.

Me cansa a ideia de que mulheres, inúmeras mulheres, caem ainda nas mesmas fábulas de lobos em pele de cordeiro…
E as mesmas mulheres, insistem em cometer os mesmos erros assim como o cachorro volta a lamber sem próprio vômito.
E as mesmas mulheres, taxam e categorizam os demais homens como canalhas, e mal percebem o gosto amargo na em sua boca,
E as mesmas mulheres, optam deliberadamente o erro, iludida pela promessa da melhora, sem nem ao menos dar importância a essência natural do lobo.Lobo

Ah, mulher… se ao menos você soubesse o valor que tem em seu coração, não se daria ao trabalho de se entregar ao efêmero prazer casual e descompromissado, muito pelo contrário, faria de si mesma uma casa digna, limpa, e pura. Do pouco que você acredita em si mesmo diz muito a respeito do que você acredita sobre meninos e lobos, e tampouco demonstra sua completa formação e preparação para receber em sua vida um laço conjugal sério, responsável e eterno.

Ah, homem… você que não sabe valorizar a mulher, você nem merece ser chamado como homem, pois nem mesmo o animal irracional deixa que sua fêmea seja abandonada… antes, ele defende seu território e sua fêmea com a sua própria vida. A vitória, o torna mais forte. A derrota, é custeada com a vida. Mas, você, óh homem racional e dono da inteligência, senhor de suas decisões, o forte resplendor das espécies do mundo, você trata a mulher com pensamentos impuros e com desejos lascívios por outras, sua mente corrupta destrói a imagem do futuro da mulher e denigre o seu próprio coração. Quão reprovável são suas atitudes, óh homem insensato!

Me cansa a ideia de que homens, inúmeros homens, fazem de sua vida um circo, aliás, um show de horrores, onde os sorrisos e a bebedeira apenas mascaram a frustração mais dolorosa de sua vida: a de ser um homem íntegro e fiel.

E no final das contas, eles se merecem… a mulher engananda e o homem enganoso. O sofrimento que dilascera o coração, cedo ou tarde, tem a mesma intensidade da morte física e da lepra espiritual. Um matará o outro, quer seja os sonhos, os laços, o chão, ou mesmo a vida.

Encontre alguém que seja o oposto de tudo isso, não é difícil encontrar, basta olhar para dentro do coração de Deus, quem habita ali não tem espaço para rebeldia contra o Criador, pois toma o posto de criatura e o cumpre com fidelidade. Utopia? Mal sabe você, que a cegueira também é uma característica dos insensatos de coração. A vida é um eterno aprendizado, e a sua humildade limitirá (ou não) o quanto você absorve das lições da vida.

Fica meu conselho ao leitor… você, sozinho, não conseguirá atingir nenhum desses bons objetivos de vida, já vivemos um mundo onde o mal com a aparência do bem (lembre-se dos lobos) tem seu lugar de destaque, e o bem genuíno é deixado de lado juntamente com as pessoas que os praticam. Então, se você não consegue, quem conseguirá? Como conseguir?

Só, e somente só o poder de Deus é capaz de abrir seus olhos e mudar seu caráter. Só.

Não, eu não troco um decote por um coração.
Não, eu não troco um dinheiro por caráter.
Não, eu não troco uma ofensa por um gesto de paz.
Não, eu não sou igual a todo homem.

Vou lhes contar uma história…

Um jardineiro muito cuidadoso percebeu que em meio ao seu jardim de flores, uma única flor radiou e se destacou em meio as outras. Isso despertou o interesse e o olhar do jardineiro. A cada dia ele a admirava mais, pois lá estava ela, linda e radiante, trazendo beleza e perfume para todo o jardim.

Mas as abelhas, os zangões, e os espinhos de outras flores se inflamaram de ciúmes e inveja do cuidado deste jardineiro. E insistentemente usaram de suas defesas uma arma contra a beleza dessa flor. E aos poucos, o jardineiro percebeu que a flor que era linda ia murchando e perdendo o brilho, de fato que não era por sua própria culpa, mas porque os outros a cercaram. Mas ela lutava para permanecer desabrochada.

Ah, como entristeceu-se o jardineiro, e, em uma atitude responsável, ele fez o que seu jardim queria. Ele podou a flor mais bela de seu jardim. Permitindo assim que as outras flores se sentissem em igualdade umas com as outras.

Mas não, ele não a jogou fora a flor podada.

Ela está dentro dos seus aposentos, onde nenhuma outra flor esteve. Em um lindo jarro. Sendo cuidada e protegida. Sendo observada e admirada. O apego foi tão verdadeiro, que as abelhas, os zangões, e os espinhos depois se machucaram entre si, e o jardineiro nem sequer percebeu, pois a sua flor, a sua mais linda flor ainda estava ali radiante, esplendorosa, cheia de vida, e exalando um perfume que o envolvia. E o apaixonava.

Uma história de amor é assim. Enquanto alguns zunidos tentam atrapalhar, existe um zelo sincero que cala a voz de tudo.

Essa é uma história real, com outros personagens.

(João Paulo Cheab)

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